1. 1 month ago 
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  2. 2 months ago 

    Encerrando Ciclos - Fernando Pessoa

    Encerrando Ciclos
    Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final…

    Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

    Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

    Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

    Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu….

    Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

    Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

    O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

    As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora…

    Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

    Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

    Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

    Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

    Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.

    Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

    Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

    Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

    Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

    Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..

    E lembra-te:

    Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão

    Fernando Pessoa

  3. 2 months ago 
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    It’s Only Been A Week - Skint & Demoralised

  4. 3 months ago 
    priscila says: (01:25:25)
    e a montanha russa no escuro medooo
    tmaj says: (01:25:47)
    aiii
    tmaj says: (01:25:49)
    essa eu fui
    tmaj says: (01:25:52)
    roda roda roda
    tmaj says: (01:25:57)
    me sinto o silvio lá dentro
    tmaj says: (01:26:00)
    roda roooda rooooda
    tmaj says: (01:26:06)
    rooooda roooda roooda rodoooou
    tmaj says: (01:26:09)
    a-aaaee
    priscila says: (01:26:11)
    HUAHUAUHAHUAUUHAUHAUAUAUHAUHUHAUHAHUA
  5. Notes: 5 / 3 months ago  from deproposito

    A medida do amor

    deproposito:

    Que unidade mede o amor? São dias de vida, quilometros de distância, metros de profundidade? O amor se mede em litros de cerveja ou de lágrimas? Em botões de rosa ou roupas desabotoadas? O amor vale as noites dormidas ou as viradas em claro? Se conta nas palavras ditas ou nas que eu deixei de falar?

    Queria poder te provar que vale a pena. Que meu amor é maior e melhor. Que ele existe e é seu a cada dia da minha vida. Que ele está nas coisas que você me deu de presente e nos dias em que eu te faltei. Que ele está em todos os lugares. Onipresente, onipotente e indissolúvel. Mesmo que eu mesma não seja tão forte assim.

    Queria medir e te mostrar como é grande, bonito e real. Colocar numa caixa e te dar pra você por na mesa. Pra mostrar pros amigos, pendurar no casaco, deixar tomando sol na sacada.

    Mas não pode ser assim. Porque ele é o que eu sinto e não o que você quer de mim. É quem eu sou e não quem você gostaria de ter. Não tem medida porque é unico e diferente pra cada um de nós. E por isso especial. Como você sempre será pra mim.

    Não tente nunca medir o amor. Nunca lhe pronuncie o nome. Não peça, não espere. Ele existe independente do quanto dele se pode ver, ouvir ou tocar. Sorreteiro ele te espreita, observa e acompanha. O amor não foi feito pra pesar na balança. Nem no coração. Apenas acredite e eu estarei pra você sempre que você precisar. Como o bom e desmedido amor que sempre foi

  6. Notes: 23 / 3 months ago  from luvluvluv (originally from pafurada)
    luvluvluv:

pafurada:

c.saul.
     
  7. Notes: 173 / 3 months ago  from luvluvluv (originally from fuckyeahskinnybitch)
    luvluvluv:

sheheartsit:
(via fuckyeahskinnybitch)
     
  8. 3 months ago 

    Tom: What happens when you fall in love?

    Summer: You believe in that?

    Tom: It’s love, it’s not Santa Claus.

    - (500) Days of Summer

  9. Notes: 3 / 3 months ago  from deboramelo
    (via deboramelo)
     
  10. 3 months ago 
    "Amor, então,
    também, acaba?
    Não, que eu saiba.
    O que eu sei
    é que se transforma
    numa matéria-prima
    que a vida se encarrega
    de transformar em raiva.
    Ou em rima."
    - Paulo Leminski
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